Tradução da beleza

Érika Lessa

Meninas, vamos falar de coisa boa? Vamos falar de Iogurteira coisas que nos fazem sentir melhor?

Quem me conhece mais de perto sabe que adoro maquiagem. Curto muito. Não sou escrava — daquelas que não vão comprar pão sem rímel e batom — mas percebo que, em algumas circunstâncias, estar “ajeitadinha” facilita. Não importa se é alguma ocasião de trabalho, uma festa, ou mesmo pra levantar o moral que anda meio acabrunhado: olhar para o espelho e gostar do que vê é uma delícia.

A natureza essa bandida nem sempre é muito legal com a gente, mas é possível contornar muitos de seus lapsos com pincel, corretivo e pó.

Ainda não tinha postado aqui por querer ter aquela sacada, aquele tema tradutório “uau!”, mas sempre tem quem me peça pra falar sobre isso. Então, por que não?

Não sou especialista, nem tenho paciência para testar tudo o que sai por aí e me dispor a escrever resenhas etc. Nem tenho competência para tal. Mas tem muita gente boa por aí fazendo isso, e pretendo dar o pontapé inicial na “transformação” de quem insiste em dizer que tem “duas mãos esquerdas”, mostrando o que sei, o que funciona para mim e onde busco informações e novidades. Dá pano pra manga, gola e bainha, né?

Vamos lá:

1. Maquiagem é treino.

Quanto mais você fizer, melhor conhecerá seu rosto, seus traços, o que fica bom ou não em você. Portanto, mãos à obra! Mas não vamos deixar pra treinar no dia daquele casamento loosho, neam? Passa primeiro aquele lápis puxadinho pra ir ao barzinho com o namorado, testa aquela mistura de sombras no aniversário de seu colega trabalho… Porque, se não der certo, basta tirar e pronto! Com o tempo, rola mais segurança e ousadia 😀

2. Você não precisa de todas as cores e pincéis disponíveis.

Quem já visitou blog de maquiagem, ou sites de empresas de cosméticos sabe que é de ficar tonta com tantas possibilidades. Mas você não precisa de todas aquelas cores, nem de todos aqueles pincéis, nem das melhores (e mais caras) marcas. Vamos com calma. Não adianta ter as ferramentas top de linha, se não tiver técnica e traquejo (assim como não adianta ter MemoQ, computador de última geração, se você nunca traduziu uma linha ;)). Portanto, não se afobe em jogar fora aquele kit de maquiagem paraguaio: ele pode ser bem útil nessa fase de “testes”.

3. Informe-se.

Veja o que o povo está fazendo por aí. Confira as novidades do mercado. Assine  blogs legais. “Ah, não tenho tempo!”. Tente outra desculpa, porque as blogueiras testam, dão seu parecer e você já vai certeira no que quer/precisa. Ou seja, acaba ganhando tempo. Se o quesito tempo é para a leitura dos blogs: seus problemas acabaram! Eles são ótimas companhias para salas de espera, engarrafamentos e afins.

Esses são alguns dos que gosto e acompanho:

  • http://www.2beauty.com.br/blog/ – Blog da Marina Smith. A moça é divertida, bem consciente da questão preço/qualidade e seus tutoriais são muito bonitos. Outra coisa que gosto muito: posts patrocinados são poucos e ela sempre avisa quando são — o que garante a imparcialidade sobre a qualidade dos produtos que testa e diz gostar ou não.
  • http://www.beautyblog.com.br/ – Blog da minha amiga Andrea Deds (oi, Deds :P) com algumas outras meninas. Elas testam diversos produtos de beleza (esmaltes, sombras, protetores etc.).
  • http://vogue.globo.com/diadebeaute/ – Também está dentro da lista de blogs de beleza (falando sobre tudo relacionado ao tema).

E aí? Pronta para começar?

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2 comentários em “Tradução da beleza

  1. Pingback: Érika Lessa » Blog Archive » Consegui escrever!

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