Quem somos

Adriana Machado

Intérprete de conferências há 7 anos, tenho experiência em todas as modalidades de interpretação: simultânea, consecutiva, sussurrada, acompanhamento em diversos formatos, além de todas as atividades de interpretação relacionadas a pesquisas de mercado.

Diferente de meus colegas de blog e janelão, não trabalho com tradução escrita, nem tenho toda a capacidade tecnológica que eles têm. Meu negócio é falar! Mas eles me ajudam, entendem e apoiam. Na alegria e na tristeza!

Pretendo aqui escrever um pouco sobre interpretação, com informação para iniciantes e interessados, dar dicas, comentar publicações sobre a profissão e contar “causos” divertidos porque ninguém é de ferro!

Ana Iaria

Tradutora desde 1990 (acho, perdeu-se nas brumas do tempo, muito mais antigas do que as de Avalon). Basicamente, tradutora jurídica, mas traduzo outras áreas também. Jurídica, dirão, mas na minha pregressa eu fui advogada. Um dia, um belo facão na empresa e eu saí e virei tradutora. Em 99, mudei-me para a Inglaterra, onde moro pertinho de Londres.

Adoro uma tecnologia e geekice. Eu sou a Macqueira original que catequizou a Val, William, Petê e Adriana para saírem do Lado Negro da Força e virem para o Mac. Macqueira com orgulho desde 1991!

Sempre que posso não deixo de ir a um congresso ou workshop e, como nasci com as rodinhas nos pés bem azeitadas, vocês me leem escrevendo de várias partes do mundo. Só preciso lembrar dos fusos horários.

Aqui eu vou discorrer sobre tradução jurídica e ferramentas e outros assuntos também, porque ninguém é de ferro. E apesar de não ser intérprete, falo pelos cotovelos também.

Carolina Caires Coelho

Sou tradutora (inglês/espanhol > português) e revisora há 8 anos. Trabalho para editoras e adoro o mundo dos livros.

A vida de freelance sempre foi um caminho muito atraente e acabou sendo a melhor escolha para mim. Mas, às vezes, pode ser meio “baixo astral” trabalhar sozinha; o contato com os colegas/amigos é essencial para afastar a sensação de isolamento. O janelão veio para melhorar os dias de batuque no teclado e é ótimo vê-lo transformado em algo maior 🙂

Música, literatura, idiomas e atualidades são alguns de meus maiores interesses. Certamente falarei muito sobre a minha área de atuação, mas muitos outros assuntos surgirão. Espero que a interação aqui seja ótima!

Cláudia Mello Belhassof

Carioca, 46 anos de idade, casada, morei em Brasília e em Michigan quando criança. Sou professora primária e formada em Administração de Empresas, mas nenhuma das duas profissões me atraía muito. Tentei unir o melhor de cada uma: virei revisora de livros de Administração. Já havia traduzido alguns textos pequenos, atas de reuniões e artigos médicos em empresas onde trabalhei. Como via alguns absurdos nas traduções que revisava, comecei a “caçar” serviços de tradução nas editoras para as quais já trabalhava. Demorou um pouco, mas consegui convencer uma delas a me enviar um teste. E passei! De lá para cá, continuo revisando traduções, mas 90% da minha renda hoje vem da tradução de livros e jogos.

Daniel Estill

Jornalista por formação, entrei para o mundo da tradução no início dos anos 90. Quando casei, minha mulher, Adriana Rieche, trabalhava no apartamento onde íamos morar. Era no tempo em que traduções eram entregues impressas e quando as impressoras eram as matriciais. Portanto, era formulário corrido por todo lado e aquele barulhinho infernal na madrugada, na véspera de entregar os trabalhos. Aí eu disse para ela: “Ou eu ou a Monica! (era a marca da impressora)”. Eu ganhei. Alugamos uma sala comercial e começamos a tocar o negócio, que se chama até hoje Arquitexto Traduções. De lá para cá, já fiz quase de um tudo em tradução, tendo começado principalmente com localização de software, mas aprendi a gerenciar projeto, montar e desmontar PC, resolver problemas de software, lidar com cliente, traduzir, revisar, fazer a contabilidade da empresa, dar aulas. Entre muitos acertos e erros, já lá se vão uns 20 anos. Hoje, divido o tempo entre aulas na PUC-Rio, traduzindo coisas técnicas, não ficção e alguma ficção também, que é o que mais gosto de fazer. Um dia, as editoras vão criar vergonha e pagar o suficiente para a gente traduzir só o que gosta. Mas enquanto isso, a gente vai aprendendo a gostar do que faz, certo?

Débora Isidoro

Tradutora literária desde 1989, quando troquei um cargo “estável” em uma companhia mista de São Paulo pela “corda bamba” da vida de freela. E já que estava mudando, deixei para trás a primeira paixão profissional, a Psicologia, e me joguei de cabeça nessa nova paixão, a Tradução dos livros.

Ficção ou não, romance ou autoajuda, histórico ou séries, uns fáceis, outros de suar frio, não importa, ainda sinto o mesmo frio na barriga quando começo e a mesma euforia quando termino. Ainda fico vaidosa quando entro em uma livraria e vejo um dos “filhotes” em destaque, e ainda erro muito, erros que já renderam boas risadas com os colegas e que, espero, vou poder contar por aqui, entre outras experiências e histórias interessantes.

Érika Lessa

Tradutora e intérprete desde 2006. Comecei a carreira como tradutora in-house, trabalhando basicamente com textos jurídicos. Um dia cheguei até a achar que essa seria a minha praia. Mas a tradução é uma coisa danada de boa e dá muitas voltas, me apresentando novas áreas, novos nichos de atuação.

A interpretação é senhora na minha vida profissional. A adrenalina de um evento difícil, ou as novidades por trás de uma visita de fábrica viciam e dão novo ânimo a cada dia. O estudo, incessante, nos enriquece a mente e abre novos caminhos.

A tradução de games, porém, vem ganhando cada vez mais espaço na minha vida e parece que veio para ficar. Afinal, juntar trabalho com lazer me parece uma receita para lá de prazerosa.

Sendo a única nortista do grupo, vou trazer o olhar daquelas bandas para cá, buscando inserir um pouco do meu contexto enquanto por lá vivia. A ver no que dá. 😉

Ernesta Ganzo

Nasci na Itália, no verão do ano que não terminou. Cursei o biênio de engenharia química e a faculdade de economia. Trabalhei alguns anos como jornalista aprendiz para uma rádio e um jornal local e depois profissionalmente na redação de um telejornal como apresentadora e redatora. Nas férias trabalhava como guia turística para grupos de brasileiros em visita ao sul.

Com 30 anos vim para o Brasil, como tradutora e intérprete para uma multinacional e aqui acabei criando minha família de ruivinhas. Desde então traduzo principalmente textos jurídicos e financeiros e das áreas mais variadas: cosmética, arte, moda, maquinários para indústria têxtil e ultimamente localização e transcriação de slogans publicitários. Trabalho também como intérprete em eventos (simultânea) e reuniões de negócios.

Meus maiores interesses são o direito comparado (italiano e brasileiro) e a situação jurídica dos tradutores no Brasil: enquadramento jurídico do tradutor técnico e do tradutor autoral, contratos com editoras de cessão de direitos autorais etc., assuntos que abordei na minha monografia do curso de direito e discuti à época com o pessoal do janelão, que bravamente aguentou minhas digressões. Provavelmente escreverei sobre algo a respeito e sobre comida (meu ponto fraco), costumes e amenidades lá da minha bota. Meu site: www.traduzir-italiano.com

Filipe Alverca

Caí de paraquedas na Tradução em 2005, enquanto ainda cursava a faculdade de Direito. Nunca pensei em traduzir, mas a paixão foi tão avassaladora que o Direito acabou virando uma ferramenta auxiliar de trabalho. Concluí a faculdade e me aprofundei na Tradução, com cursos, contatos, eventos, workchopes e encontros janelísticos mil.

Não me considero nerd ou geek, mas a tecnologia é ferramenta essencial de trabalho. E embora eu martele no PC o dia inteiro, não posso dizer que há uma rotina chata na tradução. Na verdade, é essa falta de rotina que me encanta! De manhã, traduzo um contrato, de tarde, um manual e, à noitinha, um questionário com opções cômicas. E no dia seguinte muda tudo de novo.

Além de traduzir juridiquês, também trabalho com localização (softwares e jogos), petróleo e gás, segurança ocupacional, navegação e alguns manuais. Estão vendo como não dá para ter rotina? Por isso, devo falar de generalidades, puxando uma sardinha para essas minhas áreas.

Ah, sim! Também atendo por @falverca no Twitter (e no mundo real). 😉

Flávia Souto Maior

Tradutora com um pé no jornalismo e outro na história da arte, amante de idiomas e literatura. Comecei a traduzir quando ainda era estagiária de jornalismo – área em que me formei, trabalhei por oito anos, aprendi muita coisa e conheci gente interessante.

Em algum momento, meio sem querer, percebi que me interessava mais pelas palavras do que pelas notícias e resolvi, ainda sem deixar a redação do jornal, estudar Letras. O próximo passo para me render de vez ao que realmente gostava foi me dedicar totalmente à tradução. Desde 2007, as palavras e os idiomas me acompanham todos os dias.

Traduzo principalmente literatura de ficção e não ficção, matérias jornalísticas e legendas para TV e vídeo.

Juliana Samel

Tradutora desde 1996 e intérprete.  Trabalho principalmente com textos da área médica, então provavelmente é sobre isso que vou falar por aqui, além de engrossar o coro dos intérpretes, porque somos minoria no janelão.

Depois de ter cursado alguns períodos de Medicina, me formado em Belas-Artes (Escultura), com pós-graduação em Relações Internacionais, percebo que a única constante nesse tempo todo foi a tradução.

Não sou versada como meus colegas nos assuntos informáticos, mas darei meu pitaco sempre que puder por aqui.

Meu site profissional: www.universustrad.com.br

Moni Notton

Sou tradutora técnica nos idiomas alemão, inglês e português do Brasil. Morei até os 20 anos na Alemanha e estou no Brasil desde 1985. Sou formada em Turismo, mas foi trabalhando como secretária que tive minhas primeiras experiências tradutórias e não parei mais.

Tradutora e mãetorista em tempo integral, trabalho quase que exclusivamente com clientes diretos e pretendo dar meu ponto de vista por aqui, de vez em quando.

Petê Rissatti

Tradutor e preparador de textos há 10 anos, trabalho com textos jurídicos, marketing e na área de maquinário leve em inglês e alemão para o português. Há algum tempo trabalho também para editoras, fazendo traduções, preparações e leituras críticas de obras estrangeiras. Como a Val, sou um macqueiro convertido e só não limei o Windows da minha vida, pois adoro o MemoQ (ferramenta que me salva muito a vida quando as traduções são muitas e o tempo é pouco).

Leitor compulsivo (e, muitas vezes, profissional), escritor diletante, mantenho o blog http://peterissatti.com, no qual falo de tradução, literatura e otras cositas más.

Pricila Reis Franz

Pricila Reis FranzTradutora espanhol/inglês->português desde 2007, com formação em Letras e Mestrado em Literatura em Língua Portuguesa. Apesar disso, minha experiência profissional acabou me levando para a tradução técnica, especialmente na área de TI. Assim como os colegas, trabalho com várias ferramentas (e sou chegada numa gambiarra!), mas a minha queridinha é o memoQ.

Também sou macqueira, metaleira e curiosa com a vida. Adoro viajar, adoro ler (confesso, sou bibliólatra!) e adoro minha filha. Mantenho dois blogs, além do site profissional: o PriBi (onde falo sobre tradução, cultura, música, literatura, etc.) e o Estilo Gramado – Canela (com dicas sobre o local onde moro). Estou aqui para dar um sotaque gaúcho ao janelão. 😉

Thays Mielli

Tradutora por vocação, psicóloga por formação, gateira e falante por natureza. Depois de formada, a tradução me pegou pela mão e disse: “Vem comigo que vai dar certo!”

Meu primeiro contato foi com o mercado de legendagem para a TV. Hoje trabalho para agências e clientes diretos principalmente traduzindo material ligado a RH, Marketing, Jornalismo, Informática e a área em que mais tenho trabalhado é a de localização de jogos. Nova paixão e muito aprendizado. Atualmente estou cursando Especialização em Tradução na PUC-Rio, e, mais do que reaprender o ofício todo dia, tenho a oportunidade de discutir quem somos, o que fazemos e o que faz de nós tradutores, o que autoriza a nossa prática em um mercado tão heterogêneo. Ética profissional, mercado, ferramentas, tecnologia e localização são alguns dos temas sobre os quais pretendo escrever aqui.

Tenho dois peludinhos como companheiros de trabalho e não dispenso um bom (e longo) papo.

Val Ivonica

Química industrial por formação, tradutora inglês-português há quase 10 anos. Geek assumida, macqueira convertida e apaixonada por tecnologia e novidades. Nunca estou satisfeita com as coisas como são, porque acho que sempre tem alguma maneira de melhorar e facilitar.

Trabalho quase exclusivamente com o memoQ há três anos, mas uso outras ferramentas esporadicamente, dependendo do projeto da vez. Converter arquivos e projetos é uma das especialidades da casa.

Comecei a palestrar em 2010 e confesso que estou pegando gosto pela coisa.

Meu blog: www.traducaoviaval.com.br

William Cassemiro

Tradutor há 6 anos, formado em Eletrônica e Letras – inglês/português – pela FFLCH-USP. Trabalhei em grandes empresas, como Xerox e Semp Toshiba.

Considero a tecnologia fundamental para nossa área e adoro experimentar novas ferramentas. MT, CATs, Linguagem Controlada, organização do desktop e programas que podem facilitar nossa vida tradutória serão os principais assuntos sobre os quais me arriscarei a falar aqui.

Meu site profissional: www.williamcassemiro.trd.br

Aguardo os comentários!

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Um comentário em “Quem somos

  1. “Nunca estou satisfeita com as coisas como são, porque acho que sempre tem alguma maneira de melhorar e facilitar.” Pois é… disso eu sei bem, né, mãe?

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